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Ex-alunos brasileiros prontos para contribuir de volta às escolas, mostra pesquisa

Dois terços dos ex-alunos no Brasil estaria preparado para dar apoio aos alunos em suas antigas escolas, novas pesquisa e sondagem mostraram.

No Dia Internacional dos Direitos Humanos das Nações Unidas (ONU), a caridade internacional Future First Global, a qual encomendou a pesquisa, está convidando escolas e ex-alunos a trabalharem em conjunto para ajudar os jovens brasileiros a se conscientizarem de seus direitos em relação à educação e trabalho.

Uma sondagem feita pelo Ipsos MORI com mais de 1.000 adultos brasileiros em todo o país revelou que mais de 60 por cento dos adultos gostariam de contribuir de volta com sua antiga escola como voluntários, e quase metade deles estaria disposta a doar dinheiro para atividades, instalações ou equipamentos.

Em novos dados divulgados no Brasil para marcar o Dia Internacional dos Direitos Humanos das Nações Unidas, a Future First Global diz que os potenciais benefícios para as escolas e estudantes oferecidos pelas comunidades de ex-alunos são significativos, com os ex-alunos sendo capazes de ajudar os jovens brasileiros a se conscientizarem de seus direitos em relação à educação e trabalho.

A pesquisa, realizada com o apoio da The Open Society Foundations, investigou o potencial de escolas públicas poderem construir comunidades de alunos no Brasil, um dos seis países estudados em todo o mundo.

“Nossa pesquisa mostrou um forte desejo entre os ex-alunos para voltarem a atuar como modelos de comportamento e orientadores, consultores de carreiras e oferecendo experiência profissional aos estudantes de suas antigas escolas”, disse Jake Hayman, autor do relatório e fundador da Future First Global.

Quando você extrapola as respostas da sondagem, o potencial revelado é enorme: mais de 40 milhões de adultos brasileiros estariam dispostos a se tornarem orientadores ou orientadores on-line em suas escolas antigas.

“Com os jovens no Brasil enfretando um mercado de trabalho difícil e o desemprego entre as mulheres jovens em quase 20%, usufruir deste importante recurso deve ser uma prioridade para as escolas”, acrescentou.

Um diretor no Brasil, comentando sobre o potencial de ex-alunos para compensar o déficit de modelos de comportamento parentais sobre carreira disse: “Os alunos precisam muito de seus pais, mas a geração deles…não pode dar conselhos”.

Dados adicionais resultantes da sondagem e da pesquisa no Brasil estão disponíveis no relatório: Every school a community: the role of alumni in supporting the transition from school to work.

O conjunto completo de dados da sondagem está também disponível para download on-line no site da Future First Global.

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